Bah!
Como todo mundo que se dá ao trabalho de acompanhar o blog já sabe, estive rondando pelo sul do país na última semana. Mais especificamente, pela capital Porto Alegre. A viagem foi à convite da CWC Produções e da Editora Jambô, por ocasião do 4º Tchê RPG, evento tradicionalíssimo que finalmente está de volta ao calendário anual RPGista (e do qual pretendo ser convidado vitalício;).
Foi a primeira vez que fiz a viagem de avião ao invés de seguir de ônibus. E é engraçado, porque a jornada é tão curta e agradável que chega a ser frustrante. Não rola aquele sentimento de “Nossa! Tô longe pra cacete de casa!”. Nos primeiros minutos em POA, tive a impressão de estar em algum ponto de São Paulo, não em outro estado.
Posso dizer que muito da pré-concepção que eu tinha sobre o sul mudou consideravelmente. O povo gaúcho se mostrou muito mais hospitaleiro e gentil do que eu imaginava. Até os torcedores do Grêmio foram simpáticos, mesmo considerando o fato de que eu vestia o manto sagrado palestrino em público durante o jogo entre os dois times (mas isso é assunto para outro blog). Digamos que minha simpatia pelo Rio Grande, que já não era pouca, aumentou ainda mais.
O evento em si foi pequeno, é verdade, mas contou com uma ótima divulgação. Eu, Leonel e a equipe da Jambô demos entrevistas em dois programas de emissoras diferentes e (conforme me disseram) com grande audiência. Foram participações pequenas, é verdade, mas é assim que se começa o contato com a imprensa. Comendo pelas beiradas. Um esforço muito bem realizado pelo Tiago Lobo e sua CWC.
A palestra que eu e Leonel demos no sábado foi muito divertida. Várias perguntas interessantes, platéia participativa e um segredo revelado aqui e ali. E muita bobagem, claro. Tento sempre (e acho que o Leonel também) diminuir a distância entre público e palestrante. É um saco ver um cara falando com cara de enterro durante horas e horas. Se a palestra não ficar com cara de conversa de bar, não fico satisfeito. Pra mim, essa foi uma das melhores palestras que já dei, ever. Sorte de quem foi.
Pra completar, a hospitalidade do pessoal da Jambô foi algo de extraordinário. A gente tenta evitar o chavão sempre que escreve algo, mas nesse caso não tem jeito: me senti em casa, mesmo estando a quilômetros e quilômetros longe das minhas coisas, de meus amigos e de minha família.
Espero, na pior das hipóteses, voltar para o evento do ano que vem.
Abaixo, como de costume, algumas fotos.
O Sul, de cima
O sinal é claro: em caso de queda, apague o cigarro e tire o salto
Sim, eles jogam mesmo RPG!
As incríveis miniaturas equilibristas (by Paloma)
Nume, o turista feliz, tira fotos
Piratas! Aaaar!
Bilbo e Gustavo, em um live improvisado de Werewolf
Retrospectiva no Tchê: houve um tempo em que a DB era legal!
Refrigerante para halflings!
A lendária carne gaúcha
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/a>A bizarra (mas boa) pizza de coração. Ou seria strogonoff?
…e um sorvetinho pra arrematar!
Por falar nisso, a pizza de chocolate, sorvete e M&Ms (ugh)…
…e a felicidade do Rafa!
Feira do Livro
O novo diretor da Jambô
Guilherme, Leonel e Gustavo examinam “O Terceiro Deus”
Escritório da Jambô: aqui se faz a magia
A loja da Jambô – Foto 1
A loja da Jambô – Foto 2
A loja da Jambô – Foto 3
Como bônus, um curto vídeo mostrando como é o processo de trabalho na Jambô (não indicado para menores:
Cheers!
T.