Tormenta: As Aventuras e Desventuras de Rykaard Ackhenbury – Episódio 3

Posted in Rykaard Ackhenbury, Tormenta, conto on July 31st, 2008 by jmtrevisan

Oy!

E aqui estamos de volta.

“As Aventuras e Desventuras de Rykaard Ackhenbury” é uma série em capítulos sem periodicidade definida (por enquanto), ambientada em Arton, o mundo do RPG Tormenta D20.

Para ler os capítulos anteriores, basta clicar no link correspondente

- Capítulos 1 e 2
- Sketchbook

As Aventuras e Desventuras de Rykaard Ackhenbury
Episódio 3

E então eu havia pulado para dentro da arca de maneira corajosa e resoluta em busca de Dreevack.
Havia encarado o nobre desafio de salvar meu amigo sem nem mesmo saber se ele estava lá para ser salvo. Tinha mergulhado rumo ao desconhecido sem temer pela minha própria vida.

Não soa bonito, escrito assim desse jeito?

Pois bem. Acho que já deu para sacar que aquela não era uma arca qualquer, certo? Sei que eu não tinha dito isso ainda…mas sei lá…a luz, o vento estranho, os barulhos esquisitos. É pista mais do que suficiente se você não for um goblin. Ou uma pedra. Ou Dreevack.

Por conta disso, acho que não vai ser surpresa para ninguém se eu contar que quando me joguei dentro dela, tudo o que não aconteceu foi dar com a cara no fundo de madeira. Muito pelo contrário, já que o negócio não tinha fundo. Pelo menos não o fundo que deveria ter.

Gente que cai de algum lugar em geral cai por pouco tempo, até se espatifar. Quando lembro desse dia tenho a impressão de que a queda durou não minutos ou horas, mas dias. O buraco era como um fosso cheio de escuridão até a boca, do tipo que dá quase para pegar com a mão e guardar no bolso.

Tudo o que dava para saber é que eu estava caindo para algum lugar, mas a sensação não era a mesma de quando se cai do telhado de casa ou de uma árvore tentando ver a vizinha trocar de roupa. Era mais como se eu estivesse flutuando ao contrário. Para baixo ao invés de para cima. Só que bem mais rápido. Algo entre a velocidade de uma pedra e de uma pena de ganso. Ou de uma maçã meio comida e uma mantícora grávida. Algo assim.

Confuso, não? Eu sei. Depois fica pior.

Para ser bem sincero, não me lembro direito como é que cheguei ao fundo. Acho que tudo demorou tanto que acabei dormindo no meio do processo, porque me lembro muito bem de sentir o cheiro de coelho ensopado e só depois abrir os olhos.

* * *

Não vou nem fazer muito suspense: era uma caverna.
Ou melhor, o salão enorme dentro de uma caverna iluminada por tochas presas às paredes. No meio dela havia eu, uma fogueira, um caldeirão e um velho.

Só para avisar: vou usar o termo “velho” aqui porque é o único termo existente na língua comum que se aproxima do que eu quero descrever. Existe uma palavra quase impronunciável, mas muito mais adequada, em Orc que significa algo como “muito mais velho que a mãe da tia da prima da sua irmã depois de perder o último dente”. Era basicamente isso.

Fiquei deitado espiando com um olho fechado e o outro meio aberto e tudo o que ele fazia era mexer o caldeirão com uma enorme colher de ferro mais enferrujada que pá de coveiro. Estava sentado em cima de um tipo de esteira, com as pernas cruzadas, enrolado num manto gigante de várias camadas, feito de retalhos de todos os tecidos e cores que um moleque como eu podia imaginar. O cabelo branco escorria reto feito macarrão seco até o chão e na cabeça tinha um chapéu verde com as abas mais largas que já vi na vida.

Eu bem que preferia ficar ali deitado até que acontecesse algo digno de nota ou rezando para que não acontecesse absolutamente nada, mas meu estômago discordava insistentemente da minha pessoa. Em voz alta.

Estava ali, perdido no meu dilema, quando ouvi a voz do velho.

- Quer coelho?

E eu aceitei.

Afinal, porque não? A comida parecia mesmo boa. Coelho ensopado com ervas, que lembrava muito o que minha mãe fazia. Por um instante lembrei da minha família. De como eles poderiam estar nesse exato momento procurando por mim ou esperando em vão que eu voltasse.

Só então lembrei de Dreevack. Olhei em volta e tudo o que vi foram pedras, poças d’água, ossos de coelho e uma minúscula horta seca e inútil, que parecia completamente fora de lugar.

- Que lugar é esse? – perguntei tentando parecer o mais informal possível. Como alguém que vai até uma estalagem almoçar, gosta do estabelecimento e faz questão de anotar onde é só para poder voltar em uma próxima oportunidade.

O velho esticou os braços estalando os ossos sem a menor pressa.

- A Caverna. – respondeu puxando umas das pernas de coelho de dentro do caldeirão e jogando no prato.

Certo. Muito elucidativo.

- E onde fica a Caverna?

Uma mordida na perna de coelho. Duas mordidas na perna de coelho. Três séculos passados no mundo lá fora.

- Na Montanha.

Dá pra perceber onde isso vai parar não dá? Me levantei aos poucos e me espreguicei enquanto olhava em volta. Já tinha notado antes, mas naquele momento confirmei o fato: não havia nenhuma saída. Nenhum buraco, porta, alçapão, janela, escotilha. Nada.

- E a Montanha?

Dessa vez o velho não respondeu. Ao invés disso, continuou arrancando e mastigando a carne da perna do coelho com a meia dúzia de dentes bons que ainda tinha na boca. E quando não havia mais nenhum fiapo de carne, passou a chupar e lamber o osso fazendo barulho. Mas não como, por exemplo, seu avô faz na mesa depois do jantar enquanto sua avó reclama, sua mãe ri sem graça e seu pai aproveita pra se esgueirar até a rinha de galos mais próxima acompanhado de dois ou três amigos bêbados. Era um jeito meticuloso, quase artístico. Ele botava na boca e então tirava, raspava com a unha, passava nos dentes e lustrava com a ponta do manto. Então examinava e colocava na boca de novo.

Depois de muito tempo o velho olhou o osso mais uma vez, virou, revirou e, finalmente, parou. Um olho fechado e o outro arregalado, apontando na minha direção. E perguntou:

- Você é o Escolhido?

* * *

Vejam…não é uma pergunta fácil de ser respondida. Até onde eu sabia nunca ninguém tinha me escolhido para nada a não ser limpar esterco, carpir o terreno ou dar comida às galinhas mas a gente nunca sabe, não é?

No lugar onde eu morava, os mais velhos contavam a história de um rapaz chamado Arun Owit, que passou a vida inteira como carpinteiro em Hershey sem saber que, na verdade, era um escolhido do deus supremo Khalmyr, destinado a limpar Arton de todo o Mal e trazer uma nova era de luz e justiça ao Reinado. Pois bem.

Quando o fulano morreu atropelado por uma manada de trobos desgovernados sem nunca ter sequer visto uma espada direito e foi parar em Ordine, o plano onde as almas são julgadas, Khalmyr o chamou e perguntou por que não havia feito nada do que havia sido planejado para sua vida. Arun coçou a barba, apontou o dedo furioso e respondeu: “Alguém podia ter me avisado, não?”.

Meu caso podia ser o mesmo! E eu com certeza não queria acabar do mesmo jeito! Talvez estivesse destinado a feitos ainda maiores. Gorvernar um reino. Derrotar um dragão-rei. Me tornar um deus menor…

O problema é que eu sabia que era mentira. Era só um jeito de valorizar uma existência curta até aquele momento, é verdade, mas extremamente besta na visão global das coisas. No final das contas, Rykaard Ackhenbury era só o filho de um humilde fazendeiro e uma costureira, que havia se metido em uma enorme enrascada tentando se tornar o que jamais teria capacidade de ser: um herói de verdade.

Dentro de tudo isso, refletindo e considerando todos os fatores de maneira lógica e racionao, minha resposta só podia ser uma:

- Sim.

Houve um silêncio quebrado apenas por um risinho abafado de satisfação vindo do velho.

Ele se levantou e pôs-se a tirar coisas de dentro do manto de maneira frenética. Nem parecia o homem lerdo e sonolento de um instante atrás. Sem parar, pegava dezenas de potes cheios de pós estranhos e jogava dentro do caldeirão dizendo palavras bizarras às vezes baixinho, às vezes berrando com uma voz retumbante de trovão.

Eu não entendia nada daquilo, mas se tivesse que chutar, diria que eram temperos. Juro que vi um pedaço de pimenta bater no fundo do caldeirão. E essa era a parte esquisita. Porque além das coisas que ele jogava não havia nada lá dentro além de água e uns poucos legumes. Parecia a receita de um ensopado, mas tinha certeza que nao havia mais nenhum coelho por ali.

Se o prato era mesmo aquele, faltava alguma coisa.

E enquanto um fio gelado de suor escorria pelas minhas costas, percebi exatamente o que era.

Cheers!

T.

Hitlist 2 – Parte 4

Posted in cinema on July 31st, 2008 by jmtrevisan

Eae!

Finalmente, a última parte da lista de filmes!

Se você não leu as outras três partes, não se desespere! Basta clicar na ordem aqui, aqui e aqui.

Gladiador (Gladiator) – Épico romano que retrata a vida e a luta do injustiçado general Maximus Decimus Meridias. Sangue, batalhas em arenas e performances grandiosas de Russell Crowe e Joaquin Phoenix.

A Fonte da Vida (The Fountain) – Projeto ambicioso de Darren Aronofsky que só saiu do papel depois de superar muitos problemas de produção. O papel principal, que era de Brad Pitt, foi parar nas mãos do “Wolverine” Hugh Jackman. Não é dos filmes mais fáceis desta lista e é preciso um pouco mais de sensibilidade para entendê-lo, mas vale a pena ainda assim.

Coração Valente (Braveheart) – A história do heróis escocês Willian Wallace e sua busca pela liberdade, filmada pelo “ex-máquina mortífera” Mel Gibson. Na época ficou conhecido pelas colossais batalhas campais com grande quantidade de extras. Gibson deve ter chorado ao assistir “As Duas Torres” e “O Retorno do Rei”.

A Estrada Perdida (Lost Highway) – David Lynch ficou conhecido depois de fazer um seriado maluco chamado “Twin Peaks”. Depois ficou ainda mais famoso por fazer filmes malucos, como “A Estrada Perdida”. O melhor modo de apreciar a obra de Lynch é dar uma de maluco também e desistir de entender.

Os Suspeitos (The Usual Suspects) – Bryan Singer – o cara que botou os X-Men na tela com suas roupas de couro modernosas – viu a carreira decolar com este longa: um thriller policial com um roteiro pra lá de genial. Se falar mais que isso estraga. Mesmo. Obrigatório.

Peixe Grande e Outras Histórias (Big Fish) – Tim Burton é um diretor aclamado com poucos deslizes e muitos sucessos. “Peixe Grande” faz parte da segunda categoria. A estética bizarra/gótica do cineasta combina perfeitamente com a história e acrescenta muito à narrativa. Ponto também para a atuação de Ewan “Obi-Wan Kenobi” McGregor, que aqui troca o tradicional sotaque escocês pelo inglês do interior norte-americano.

Anjos Rebeldes (The Prophecy) – Filme ícone da metade dos anos 90, “Anjos Rebeldes” parece feito sob medida para RPGs como World of Darkness ou Trevas (Ok. Tá mais para
o contrário): duas facções de anjos batalham na terra por uma alma que pode encerrar a guerra no reino dos céus. Não parece bom? Conta com o ótimo Christopher Walken no papel de um vilânico anjo Gabriel e uma curta, porém memorável, participação do então desconhecidíssimo Viggo Mortensen.

Assassinos por Natureza (Natural Born Killers)
– Oliver Stone pegou uma versão alterada de um roteiro original de Quentin Tarantino (que não gostou muito da idéia) e o transformou em um dos grandes filmes da década de 90. A história conta a trajetória sanguinária do fictício casal de assassinos Mickey (Woody Harrelson) e Mallory (Juliette Lewis) e a transformação da dupla em popstars.

O Iluminado (The Shining) – Só Stepehen King não gostou da adaptação que Stanley Kubrick fez de seu livro. Para o autor, Jack Nicholson por si só já parecia um psicopata, o que podia estragar de certo modo as surpresas da história que mostrava a deterioração mental de um escritor que resolve se hospedar com a família em um hotel mal-assombrado. A crítica e o público discordam até hoje.

The End!

Cheers!

T.

A Volta de 3D&T – Bastidores

Posted in 3DeT, RPG on July 31st, 2008 by jmtrevisan

Hola!

Como todo mundo já sabe a essa altura, 3D&T vai voltar com um novo manual, desta vez pela Editora Jambô.

Como curiosidade, o Cassaro gentilmente cedeu ao Laboratório o exato diálogo entre ele e o Guilherme – com uma ediçãozinha ou outra – via Messenger que acabou culminando na idéia de trazer de volta o sistema introdutório mais querido do país.

Guilherme: Tu tinha que estar aqui na loja agora…

Capitão Ninja: É? Por quê?

Guilherme: Um pessoal organizou umas mesas de RPG de Harry Potter aqui, tem umas trinta pessoas jogando 3D&T.

Capitão Ninja: Isso não é possível!

Guilherme: Estão usando a adaptação de Harry Potter que saiu na Dragão Brasil.

Capitão Ninja: Mas esse pessoal não larga mesmo o 3D&T…

Guilherme: Não tem sistema melhor para leigo.

Capitão Ninja: Fala que eu mando um abraço, e que eles são teimosos feito mula.

Guilherme: Hahahahahah

Capitão Ninja: Tive uma idéia maluca agora. Vem cá, por acaso vocês querem fazer um novo Manual 3D&T?

Guilherme: Nunca pensei nisso…

Capitão Ninja: Nem eu. Até agora.

Guilherme: Que um sistema para iniciantes está fazendo falta no Brasil, é evidente.

Capitão Ninja: Você sabe, eu parei de trabalhar com 3D&T porque a antiga editora deixou de fazer os acertos de direitos autorais.

Capitão Ninja: E pior, usavam a verba das vendas para sustentar a Dragão (quer dizer, aquilo em que a Dragão se tornou) depois que saímos.

Capitão Ninja: Esses são problemas que não existem mais.

Guilherme: Temos que ver até que ponto Reinos de Moreania vai cumprir a função de RPG para iniciantes. Porque dependendo disso, valeria ou não investir no 3D&T.

Capitão Ninja: Mo­reania não pode substituir 3D&T porque não é genérico. É bem específico para estilo D&D.

Capitão Ninja: More­ania é introdutório para o próprio D20, que é o carro-chefe da editora.

Guilherme: E 3D&T, atrai para o RPG em si.

Capitão Ninja: Sim. Vejam aí o que acham.

E sabem o que é melhor? Já vi o pdf preliminar e tá muito legal. Diagramação leve, várias ilustrações e novo formato. Tudo o que os fãs esperam há um bom tempo.

O novo 3D&T está em fase de revisão e ainda não tem data de lançamento.

Cheers!

T.

Dragon Slayer #21 – A Capa (ou quase)!

Posted in Dragon Slayer, RPG on July 31st, 2008 by jmtrevisan

Hi!

Ok. Eu avisei que não tava pronta, mas vocês pediram, imploraram, se arrastaram, se ajoelharam e me encheram o saco!

Então lá vai: segue a incrível ilustração do nosso não menos incrível Rod “Zuleba Jones” Reis, que servirá de capa para a nova edição da Dragon Slayer!


Cheers!

T.

Hitlist 2 – Parte 3

Posted in cinema on July 31st, 2008 by jmtrevisan

Aye!

“A long time ago, in a galaxy far far away”, decidi fazer uma lista de filmes para indicar aqui aos leitores do Laboratório.

O problema com essas coisas é que elas vão ficando a cada dia maiores e quando você percebe, tem uma lista gigantesca de filmes para descrever e linkar.

Como a gente tarda mas não falha, este post trás a terceira parte da lista. Se você perdeu as duas primeiras, não tem problema. É só clicar aqui e aqui.

E vamo em frente que agora falta pouco…

Tempo de violência (Pulp Fiction) – Clássico dos clássicos modernos. O filme que consolidou a carreira de Tarantino, tirou John Travolta do ostracismo e transformou Samuel L. Jacckson no “bad ass” mais famoso de Hollywood. Isso sem contar a trilha obrigatória e a citação à Bíblia mais famosa da história.

Os Infiltrados (The Departed) – Difícil não indicar um filme de Martin Scorcese. Mark Wahlberg, Matt Damon e Leonardo de Caprio mandam bem na tensa história de policiais e bandidos que se misturam. Mas quem rouba o show mesmo é o bom e velho Jack Nicholson.

Reviravolta (U-Turn) – Ótimo filme de Oliver Stone, supreendentemente ignorado pela maioria das pessoas. Detalhe para a participação de uma J-Lo em início de carreira e para a atuação sofrida de Sean Penn.

O Hospedeiro (Gwoemul) – Difícil acreditar na presença de um filme sul-coreano nesta lista, mas aconteceu. Filme de monstro de primeira, que inclusive tira sarro de si mesmo. O bichão em 3D é surpreendentemente bem feito.

Fantasia (Fantasia) – Quando Walt Disney resolveu juntar música clássica e animação em um longa metragem colorido, sem falas e para o cinema, todo mundo achou que o pai do Mickey tinha endoidado. Ainda bem que todos estavam errados, menos o velho Walt. Assistindo hoje em dia é quase impossível acreditar que todos aqueles efeitos foram feito à mão, na raça, há mais de 60 anos.

A Vila (The Village) – Tem quem não goste, tem quem ache besta e óbvio. Para azar ou sorte de vocês, não sou um desses. “A Vila” é o tipo do filme que estraga se você preferir se esforçar para ser mais esperto que o diretor ao invés de relaxar e aproveitar a climática trilha sonora, o ritmo cadenciado da narrativa e os ótimos enquadramentos.


Um Dia de Cão (Dog Day Afternoon) – Mais um filme de assalto e mais uma atuação primorosa de Al Pacino. Um dos grandes clássicos do gênero.

Requiém Para Um Sonho (Requiem for a Dream) – Apesar de abordar sobretudo o tema das drogas, “Requiem Para Um Sonho” – do talentoso diretor de nome complicado, Darren Aronofsky – é um filme sobre vícios em geral. Ambição, vaidade, dependência. É um filme pesado e perigoso. Vale apena assistir, mas pode estragar seu dia.

Assim que possível, a parte 4.

Cheers!

T.

Área Cinza: Promessa Escrita em Pedra!

Posted in RPG on July 30th, 2008 by jmtrevisan

Aloha!

Pois é, depois de passar DEZ DIAS sem um único postzinho, Rafael Rocha, dono do Área Cinza, resolveu recompensar seus leitores com uma promessa: durante os próximos 10 dias o rapaz irá postar pelo menos duas vezes por dia.

Cá entre nós, acho pouco. Mas já é melhor que nada, não?

O acordo vale a partir de amanhã. Não sei vocês, mas eu vou ficar de olho…

Cheers!

T.

Dragon Slayer #21!

Posted in Dragon Slayer, RPG on July 30th, 2008 by jmtrevisan

Yo!

Com a edição quase toda revisado e pronta para ser entregue à Editora Escala, chegou a hora de divulgar o índice da Dragon Slayer #21! Que rufem os tambores!

Notícias do Bardo - Tormenta: Guia do Viajante.

Encontros Aleatórios - A Paladina mudou para 4ª Edição?!

Reviews - Mutantes &Malfeitores, Galrasia: Mundo Perdido, Keep on the Shadowfell.

D&D 4E - Dez motivos para você jogar a nova edição, e outros dez para você mandar a 4E
catar coquinho.

Background - Será que seu personagem é um chato perfeito?

Mestre da Masmorra - Os bastidores do retorno de 3D&T.

Pathfinder - Exclusivo! Conheça o feiticeiro do jogo que pretende substituir
Dungeons & Dragons.

O Pacificador - Uma classe de prestígio para quem não mata, mas também não leva
desaforo pra casa.

Mundo Perdido - As classes de prestígio de Galrasia.

Dragon Vec Z - Vectorius contra o dragão da Tormenta!
(Mentira, o nome não é esse, não…).

Triunphus Reloaded - Uma das primeiras cidades de Tormenta, atualizada, revisada
e turbinada.

Raça & Classe - Chegou a vez dos elfos e seu redutor de Constituição, maldito seja…

DBride - Última parte! (e não sabemos qual será a próxima HQ).

É isso aí. 3D&T vai voltar, vamos ter a luta de Vec contra o Dragão da Tormenta no preview do fim da trilogia de romances e ainda a revelação do bombástico título do livro!

É só aguardar mais um pouquinho…

Cheers!

T.
PS. divulguem, mas se puderem dar o link do blog ao invés de copy/paste no texto, a gente agradece.

MUSE!

Posted in música on July 29th, 2008 by jmtrevisan

Hey!

No segundo Carecast um dos temas foi a banda inglesa Muse. Falamos um pouquinho do estilo musical dos caras e demos a notícia de que eles iriam tocar aqui em São Paulo (Brasília e Rio também) no fim do mês.

Pois é. Apesar de ser uma das minhas bandas favoritas pensei muito antes de comprar o ingresso. Não que eu tenha alguma dúvida de que o show vai ser um absurdo de bom, mas pelo preço mesmo. Em teoria não acho que qualquer banda do mundo mereça que eu pague 160 reais pra ir ao show. Daí o dilema.

O problema é que o raciocínio está todo errado. É, o preço é abusivo mesmo. Mas fazer o que? É Brasil. A gente paga 160 reais e ainda tem que se matar pra arranjar um jeito de chegar até o lugar, que é no raio que o parta. E rezar pra que tudo funcione direitinho e a infra-estrutura seja das mais decentes. Só que se os caras não merecem que eu pague os 160 reais, EU mereço gastar meus 160 reais pra ver uma banda dessas. Apesar de todos os problemas, a gente precisa lembrar que shows assim não acontecem todos os dias.

Afinal, aqui é Brasil, certo?

Para quem ainda não se empolgou em conhecer mais a banda ou – por um motivo ou outro – não vai poder ir ao show, ficam aí três vídeos ao vivo escolhidos a dedo: New Born (clássico da banda), Knights of Cydonia (conhecida por fazer parte da trilha do jogo Guitar Hero III) e Feeling Good (cover da grande Nina Simone).

Cheers!

T.
(agradecimentos especiais a Fergs e Igor)

I Like Chinese!

Posted in Miscelâneas on July 23rd, 2008 by jmtrevisan

Yá!

Depois de ver meu post sobre a China e o McDonald’s, o Luiz (do Subáca! 1.5) fez uma descoberta incrível.

Para saber qual é, please, clique na cara do Chen, meu simpático amigo jogador de RPG que apesar de ter sido criado em Jundiaí e atualmente morar na Bahia, nasceu mesmo na China!

Abraço Chinês!


Cheers!

T.

Tormenta: As Aventuras e Desventuras de Rykaard Ackhenbury – Sketchbook

Posted in Rykaard Ackhenbury, Tormenta on July 23rd, 2008 by jmtrevisan

Alô!

Faz um tempo, tive uma idéia para usar a série do personagem Rykaard Ackhenbury e, pra isso, precisava de alguma ilustrações. O projeto não vingou, mas os sketches feitos pelo Danilo Martins (também conhecido como Terrificatio no fórum da Jambô) ficaram bem legais. E já que resolvi liberar os textos, nada mais justo que mostrar também a arte do rapaz (que inclusive serve de preview para o terceiro episódio).

Rykaard Ackhenbury

Rykaard e Dreevack

O Velho
O Velho, Rykaard e o caldeirão
A Arca

Quem quiser, pode checar mais artes legais inspiradas em Arton (ou não) no site do garoto. É só clicar no link.

Cheers!

T.